quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

4º Ensaio



Ensaio 11/09/2012
Núcleo de Dança- UnB.14h- ás 18h.  


O  Ensaio começou com aquecimento conduzido por Hugo Rodas. Foi retomado trabalho em grupo de consciência corporal.Exercícios realizados:-       Correr e Congelar.
-       Percorrer a diagonal com “normal/anormal”. Sendo normal caminhar com os braços em oposição das pernas, e anormal caminhar movendo o braço juntamente com a perna.
-       Percorrer a diagonal explorando movimentações nos três planos, baixo, médio e alto. Sem preocupação em interpretar, “é sentir e responder fisicamente”.
-       Seguem com um trabalho de coreografia em frente ao espelho. Rodas cria sequências de movimentos que são repetidos.


 Rodas destaca a necessidade de atenção com o espaço e o tempo, e controle da energia. Também procura trabalhar a expansão dos braços, e estimula movimentos com os braços abertos em diagonal para cima.“Dança é o que se faz bem, e não algo que é reproduzido.”Termina em círculo, com todos de braços dados, harmonizando a respiração. Em grupo, juntos abaixam e levantam. 

Rodas retoma o trabalho da cena 3.Trabalha a movimentação primeiro do Sacerdote. Depois, a ordem da coreografia anterior é mantida. As duas fileiras do coro se posicionam formando uma cadeira barroca onde o Sacerdote sentará.Na ordem, finalizam a música anterior de joelhos em duas fileiras paralelas. A medida que o Sacerdote passa ficam de joelhos, como se rezassem. Depois compram as aureolas e vão para a formação da cadeira barroca. Na última estrofe, três integrantes do coro que ficam em pé, no fundo da formação, erguem o Sacerdote.Todos do coro devem sorri e piscar os cílios.

Rodas acrescenta que ao erguerem o Sacerdote também devem girá-lo. Ao final da música retornam ele em pé para a cadeira.

 -Discute-se as possibilidades do Sacerdote entrar com as assas e os pães.Rodas propõe um esplendor nas costas que carregará as baguetes. Como um ostensório católico. O Sacerdote usara um terno, ou batina e poderia ter um chapéu de judeu. A proposta é que ele teria elementos católicos, protestantes e judaicos. 

Rodas decide por estruturar o espetáculo em outra estética. Seguindo uma “pobreza total”. Não usará mais a cenografia pensada anteriormente. O ensaio segue com a preparação para a cena do interrogatório.

Marcus Mota conduz o ensaio da canção correspondente da cena, a música do Recrutamento.
Definem passagens que todos cantam e as partes solos.O coro cantará como um eco de David nas partes: “Bem longe de mim”“por isso estou aqui”.E reforçaram o “ahhh” depois do segundo candidato.
Repassam a música varias vezes. 
Seguem para o ensaio da próxima canção: Funk. 

Para finalizar o ensaio são expostas as primeiras ideias para a próxima cena. A cena seria uma competição, e cada pessoa cantaria uma estrofe, enquanto o coro encenaria passagens da música. 

Próximo ensaio- quinta-feira 13/09/2012.Obs. O ator que representa David não estará presente.Encaminhamentos: serão trabalhadas cenas do coro.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

3º Ensaio


10/09/2012
 Auditório 2 Candangos- Faculdade de Educação – UnB.



O diretor Hugo Rodas pede que os atores usem roupas de miseráveis nos ensaios. Sugere que busquem figurinos nas cores frias.
Para já aproximarem do clima de pobreza e que cada um investigue o “eu” dentro desse universo pobre.  Quais possibilidades de se vestir como  essas roupas  e quais possibilidades de pobreza existem.
O diretor também orienta que cada um deve encontrar seu ridículo.
Direcionamentos para próxima cena- Cena 3:
O Sacerdote entra com um cachorro que carrega asinhas que venderá para os fiéis. Possibilidade de todos esses fiéis estarem como santos.
Sugestão de figurino: o cachorro  usaria roupa xadrez, com gravata, e colar marrom e duas correntes que o Sacerdote puxa.

O personagem do sacerdote é um gigante. O seu estilo seria próximo ao Marlon brando, no poderoso chefão, roupas maravilhosas, sapatos maravilhosos.

Quando começa a cantar a música da cena o cão vende as asinhas. As asinhas poderiam ser carregadas em um balde na boca ou em uma mochila.

Rodas modifica o último verso da primeira estrofe da música da cena. Na organização da cena ele sugere que se cante “que são vendidas aqui na igreja.” Em vez de “que são vendidas lá na igreja.”.

Outras indicações para o figurino da Sacerdote é uma aproximação com coroinhas e com um esplendor de escola de samba nas costas . E a igreja e os fiéis seriam o coro e todos os presentes.

O ensaio segue com marcações de cena.

Experimentações de como David pode abrir o caixão.
Rodas indica que David sai do caixão como um lobisomem. Sai devagar, se vira para o Sacerdote, pula em cima dele e pega tudo ele carrega.
Para o coro considera a possibilidade de perucas até o chão. E para o cã coturnos que o deixaria mais alto que sacerdote. Relaciona com uma visão de poder da igreja e seguidos pela massa.

Mais uma orientação: David  se converte em animal e sair com dentes de fome!
Arrumar uma prótese.
E uma outra possibilidade para a cena seria o povo inteiro pegá-los, em forma de pirâmide de gente eles sustentariam David e o gigante.

Para fabricar o caixão Rodas sugere que retirem as medidas do ator Denis Camargo que será David.

Retornando a marcação da cena, Rodas designa que:

A tampa do caixão cai, David sai.  Ele se vira enquanto o povo recua e se unem de modo que levantam o Sacerdote e o cão.

David pula em cima do Sacerdote e para pegar o pão.  O coro observa.

Direções para o coro:
Usar braços abertos, e mascaras.
Braços para fora e para cima, abertos em diagonais.
Explorar expressões de horror e espanto.
O grito de pavor é retomado em progressão também quando a tampa do caixão começar a se levantar.
Rodas também indica que o coro não deve deixar as penas mortas, deixá-las  diferente, nunca paralelas, mas sim como 1 passo de musical, sempre pronto.

Depois devem congelar com a mascara de pânico.
 Todos devem se mover com equilíbrio. 1 gesto que amplia, em angulo. Em câmera lenta.

David pula no Sacerdote, rouba comida e come.

A igreja e a mala. 1 estrofe vende aureolas. Na 2 as perucas para as mulheres e coreografia de bater o cabelo.
O coro deve olhar o Sacerdote e ter conduta de auditório. Também devem explorar a mediocridade da massa misturado com chacrete. Ter pique de operário.

Retornando para a música Rodas sugere rever a música do coro para que a música acelere o ritmo. O dobro de aceleração.
E sugere a repetição da última frase.

Rodas também comenta que trabalha já pensando em qual teatro será a apresentação. O espaço tem que ser visto, ver o lugar para adequar a movimentação.

Rodas ainda realiza um exercício de grupo que deve seguir a sequência de : corre, congela, cai e levanta. 5 fotos e congela.

Repassa brevemente o que foi marcado sobre a venda dos objetos, a saída de David do caixão.

Sobre encenação considera a possibilidade da rampa grande e larga que se movimentaria nessas cenas iniciais.

Para próximos ensaios:

-Trabalhar aquecimento.

-Fechar o grupo, não entrar mais pessoas novas.

Para finalizar tudo que já foi trabalhado será repassado com os novos integrantes. Marcus segue nas orientações, destaca as partes fracas do coro masculino, e trabalha para projetar imagem em uníssono.
Trabalha as movimentações e músicas com o coro cênico. Destaca que a força do coro.
Encaminhamentos:
Essa semana fechar cena 4. Preparar para cena do baile funk.
Decorar a música.

domingo, 21 de outubro de 2012

sábado, 29 de setembro de 2012

2º Ensaio



Observações do  2º Ensaio

06/09/2012
4hrs- 18hrs
Núcleo de Dança da UnB.

O trabalho começou com aquecimento em grupo coordenado pelo Hugo Rodas.  Exercícios de sincronia, percepção e coordenação. De mãos dadas, em círculo, o grupo era estimulado a construir quadrados e círculos grandes e pequenos.
Depois exercícios que variavam entre fazer pequenos saltos, ficar ponta dos pés, flexionar os joelhos, e agachar e levantar. Ainda juntos, rodam e marcam ritmos no chão com as passadas. Crescente e decrescente até todos pararem ao mesmo tempo. Nenhuma dessas instruções são verbais, a maioria é por percepção do grupo. As instruções verbais são mais diretas sobre questões posturais e pontuais.

Hugo Rodas indicou a leitura do livro: A erva do diabo, de Carlos Castaneda.
Ele também orientou o grupo sobre questões de espaço. Sobre a importância de saber se colocar no espaço. Saber qual é o seu lugar, para se posicionar bem no grupo.

Outro exercício de aquecimento foi aproveitando os espelhos da sala e com o elenco espalho pelo espaço. Hugo Rodas coreografava movimentos para a primeira música do coro e todos repetem as ações e cantam.  Hugo fala que esse trabalho não estará na parte final do espetáculo, mas é um trabalho de atenção para observar o corpo e a música. Uma atividade para hegemoneidade do grupo, para aprender estar juntos e saber musicalmente onde meu corpo está.

Também retoma que para esse trabalho é necessário roupas adequadas para ensaios que envolvam trabalho corporal.

Para o espetáculo abordou as possibilidades:
·      O público entrar por um túnel.
·      O público entrar pela rampa.
·      Ter um buraco no chão que a tampa do caixão seria o piso.

Retornando para o trabalho corporal e musical.
Hugo Rodas destaca  que a movimentação deve ser um pensamento em grupo. Usar a coletividade a união. Muito importante trabalhar em harmonia com o grupo. Orienta o elenco a realizar movimentos abertos, preocupados com o público.

Na sequência cena 3-
Indicações: O Sacerdote sairia da diagonal, o coro correria, se dividiriam e carregariam o cenário para reposicioná-lo e o Sacerdote subiria as escadas cantando.

A cena anterior é reorganizada. Antes dos gritos do caixão entra o Sacerdote.
Possibilidade: Ser dois gigantes com coturnos enormes.
Sacerdote - cego, com óculos, bengala, bíblia e pães. Terno- ver algo xadrez e/ou estilo Al Capone. Para acompanhante do sacerdote- roupas super modernas e cruz enorme.
Ideia de cão guia. Trazer joelheiras para treinar.
O coro não modificaria o cenário, ver contra regras para mudanças do cenário. Para o coro ideia de muita pobreza e muita felicidade.
No final da cena: ideias de jogar moedas aos pobre e todos pegam.

Repassar cena 2- Entrada do coro- cortejo. Remarcações das movimentações e a música. Novos movimentos e organizações do coro. Retirada da estrofe final da música e repetição da ultima frase da penúltima estrofe.
No final os homens posicionam o caixão na vertical.
Ensaio da entrada do sacerdote. 
Depois David sai do caixão o coro se aproximaria como crianças.

Finaliza os trabalhos  de construção de cenas.

Em círculos o grupo faz exercícios de respiração. Todos juntos inspiram e expiram controlando a saída de ar, e levantam e abaixam os braços.
Soltam as mãos e só se movem depois que todos terminarem. Finalizar juntos.

Para segunda-feira:
O diretor pediu que cada um do coro trouxesse uma bolsa hippie, estilo dolsa à tiracolo, que será usada na cena 3, terá um livro dentro.

Segue-se com orientações de Marcus Mota.
Ele retoma as informações sobre a estrutura do espetáculo. A formação do coro cênico e do coro convencional. Momento de definição da equipe.
Para o trabalho necessita-se de pessoas com intensidade vocal.
Lembra da importância de roupas adequadas para os ensaios.

O coro cênicos estará construindo as cenas durante os ensaios com a direção.
Esse é um trabalho importante para formação de interpretes para futuros trabalhos, e formação de púbico com apresentações com entrada franca.

Próximo ensaio- segunda-feira 10/09/2012