segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

7º Ensaio


Ensaio 18/09/2012
Núcleo de Dança- UnB
14h as 18h
O ensaio começa retomando a construção do texto da cena 3.
 Hugo Rodas sugere que o texto deveria abordar mais o que está acontecendo em cena.
Segue-se uma nova proposta para a organização da cena.
O coro também sentirá a fome de David, e depois que ele pega o pão, todos vão se unindo em volta dele com sons animalescos, de “iasscan”, sendo pronunciado 4 vezes até o meio do caminho e ao formarem um círculo, pronunciam mais 2 vezes na frente.
 Sendo que no momento em que David pega o pão, dois integrantes do coro pegam outros dois pães e dividem para todos.
Na sequencia quatro integrantes do coro pegam e predem o Sacerdote dentro do caixão. Depois o coro morre de ri.

Depois da orientações a cena é realizada diversas vezes. Durante o ensaio Hugo Rodas reforça detalhes das atuações como:
-       Ao pegar as aureolas o coro deve sair em círculo e dançando.
-       Todas as cenas devem ter fotos. Exemplo: foto sorrindo no final do último refrão da cena 2.
-       Os atores em cena devem sempre buscar posições diagonais.
-       David deve pegar o pão e  levantá-lo com o braço quando estiver ajoelhado.
-       O “iasscan” deve ser mais gutural e fluido durante a fala do Sacerdote. E segue em crescente até todos chegarem a posição de círculo e prenderem o Sacerdote no Caixão.

Entre os integrantes do coro eles se organizam entre os que saem para carregar o Sacerdote e os que abrem o caixão. Os que ficam sentados nunca devem ter as penas paralelas ou ficarem acomodados, é preciso sempre prontidão e postura em cena.

Ainda no trabalho de construção de cena, na parte final depois de prenderem o Sacerdote no caixão o coro deve comemorar com palmas e festa. E retomam o refrão da canção anterior, cantando mais duas vezes.

Outra possibilidade de final é  o coro todo quieto, lento, caminha para plateia, como animais, em quatro apoios com a intenção de devorar a plateia, até apagar a luz.

O ensaio seguiu com o trabalho da canção da próxima cena, do recrutamento.
Participações principais da música são: David, auxiliar principal, auxiliar 1, 2 e 3.

Realizaram a divisão das vozes e ensaiaram a parte de cada integrante.

Depois do trabalho com a música, o grupo se organizou e realizaram uma proposta sobre a próxima cena para apresentar para Hugo Rodas no próximo ensaio.

A proposta é Davi em uma cadeira, com seu auxiliar a direita, cercado pelas mulheres do coro, e os homens se organizavam em um fila na diagonal oposta. David selecionava os que iriam seguir no seu bando.

6º Ensaio




Ensaio 17/09/2012
Auditório Dois Candangos- FE- UnB.
14h as 18h
Samuel conduziu o aquecimento.
Trabalho de condicionamento físico.
Realizaram exercícios de sintonia do grupo, em roda, de mão dadas, todos tinham que descer e subir em grupo.
Trabalharam o controle da respiração e do corpo. Todos deitados no chão recebiam instruções para observar o peso do corpo, as articulações, os sentidos. Exercitou a visão interna.
Samuel conduziu que levantassem espreguiçando o corpo, com torções, alongamentos, com movimentos contínuos. Na sequência passam por um deslocamento explorando as possibilidades de contato do corpo com o chão. Depois seguem para momento de agilidade, saindo do chão, plano médio, seguindo os impulsos do corpo.
Até o momento em que todo o corpo está em movimento, o corpo todo ligado e com movimentos articulados.
Samuel destaca a importância do olhar, da consciência do seu corpo e do colega no espaço.

O próximo exercício, parte do 0% até o 100% de movimento. Mantendo a energia, o corpo ativo. Esse exercício é realizado tanto internamente como externamente. Samuel também explora a variação entre a porcentagem, e como manter e recuperar determinado estado.
 Realizam o exercício de congelar os movimentos e trabalhar a energia internamente para manter o estado Samuel guia diversos momentos de “ligar e desligar”.
Ele conduz o grupo para o trabalho de câmera lenta. Orienta sobre o controle corporal, a o trabalho energético de transferência de peso. Destaca para não interpretar, “sem personagem, sem psicologia, é físico. Deve-se buscar o lento firme”. O controle de cada movimento.

Depois trabalha a consciência de grupo, Com indicações o grupo deve realizar os movimentos determinados. Com uma palma todos devem pular juntos, assim como, quando indicado todos devem congelar no mesmo momento.

Realiza também o exercício da roda dos sons. Em círculo, de olhos fechados cada um deve propor um som para juntos criarem um som harmonioso.

O ensaio segue para passagem de cenas. Começam retomando as cenas que já foram trabalhadas.
Na cena 3 retomam o trabalho de marcação de David  saindo do caixão e pulando no sacerdote para pegar o pão.

No momento que David faz as batidas no caixão o coro caminha para trás do Sacerdote e gritam de pavor.

Quando David pular no Sacerdote o coro deve segurá-los.
O texto é desenvolvido juntamente com a movimentação. A partir da proposta inicial algumas palavras vão se modificando de acordo com o que surge na movimentação e na criação da cena. O dramaturgo está dentro da cena.

O ensaio finaliza com um trabalho vocal conduzido pela integrante Maria.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

5º Ensaio


Ensaio 13/09/2012



Núcleo de Dança- UnB.
14h- ás 18h.

Programação:
-       Terminar coreografia do Sacerdote
-       Trabalhar música do Recrutamento

Na proposta do espetáculo o Coro estará presente em todas as cenas.

Na cena continuação da Cena do Sacerdote, David rouba a maior baguete.
Proposta de que uma luz interior saísse do caixão quando David começasse a despertar.
O coro produziria som de medo. Rodas trabalha com o grupo propondo investigar um som preso na garganta. E, ao mesmo tempo, o coro deve explorar gestos com os braços e feições de terror. Rodas enfatiza que os braços devem criar desenhos e expressividade correspondente a um musical, deve ser teatral e com dimensão ampla.

Indica para o coro investigar o medo, as sensações, identificar onde fica o medo.
“O pior do coro é alguém começar e você não começar.”
Rodas trabalha a união do grupo, como se posicionarem, e o controle da respiração, e sentir como ela une o grupo. A intenção é que estejam conectados e não precisem que alguém de a ordem.

São trabalhados exercício de controle corporal, movimentação e consciência da coluna e organização do grupo no espaço.

Rodas também propõe a possibilidade que cada um tenha uma lanterna.

Seguem para a passagem das cenas já trabalhadas.

Na cena 3, surge a proposta que o Sacerdote entraria com as aureolas nos braços, e cada integrante do coro pegaria a sua no primeiro refrão da música. O Sacerdote também poderia jogar água benta no coro.
Depois do fim da música, David faz batidas no caixão.

Rodas dirige a marcação em que o coro deve ir para trás do Sacerdote quando escutam os barulhos.

Retornam para início do espetáculo. Na caminhada do coro a parte em que as mulheres cantam ficam sem as marcações de batuque que os homens faziam com os pés no chão. Rodas busca mais suavidade na cena. A movimentação das mulheres deve ser sempre em diagonal para o público.

Para a entrada do Sacerdote, Rodas indica que devem ser passinhos miudinhos, para um caminhar diferenciado.

Ensaiam como pegar as aureolas. O Sacerdote fica no meio das duas filas com os braços abertos. As duas fileiras se dividem em dois grupos. Os três primeiros integrantes de cada fileira ficam ajoelhado enquanto os outros  se movimentam em fila para pegar as aureolas, depois eles pega.
A movimentação é paralela, o primeiro  de cada fila deve começar no mesmo momento. E todos devem terminar juntos, formando a cadeira.
Depois, nas estrofes seguintes, o Sacerdote senta na cadeira, e depois fica em pé. No refrão final é erguido girado.
Seguem com passagens técnicas para aperfeiçoarem os movimentos.
São experimentadas diferentes maneiras para facilitar levantar e girar o Sacerdote. Rodas sugere que quatro pessoas o segurem, uma em cada braço, segurando pela axila, e uma em cada perna, segurando a baixo do joelho.

Em seguida Rodas orienta que o Sacerdote deve ter voz de cego, expressão de cego. E sugere para Marcus Mota rever o texto de defesa do pão.

O ensaio segue com passagens das coreografias definidas até o momentos, para que fiquem bem fixadas.

Encaminhamentos para o próximo ensaio:
- Ver o diálogo entre Sacerdote e David.