Ensaio 13/09/2012
Núcleo de Dança- UnB.
14h- ás 18h.
Programação:
- Terminar coreografia do
Sacerdote
- Trabalhar música do
Recrutamento
Na proposta do espetáculo o Coro estará presente em todas as cenas.
Na cena continuação da Cena do Sacerdote, David rouba a maior
baguete.
Proposta de que uma luz interior saísse do caixão quando David
começasse a despertar.
O coro produziria som de medo. Rodas trabalha com o grupo propondo
investigar um som preso na garganta. E, ao mesmo tempo, o coro deve explorar
gestos com os braços e feições de terror. Rodas enfatiza que os braços devem
criar desenhos e expressividade correspondente a um musical, deve ser teatral e
com dimensão ampla.
Indica para o coro investigar o medo, as sensações, identificar
onde fica o medo.
“O pior do coro é alguém começar e você não começar.”
Rodas trabalha a união do grupo, como se posicionarem, e o
controle da respiração, e sentir como ela une o grupo. A intenção é que estejam
conectados e não precisem que alguém de a ordem.
São trabalhados exercício de controle corporal, movimentação e
consciência da coluna e organização do grupo no espaço.
Rodas também propõe a possibilidade que cada um tenha uma lanterna.
Seguem para a passagem das cenas já trabalhadas.
Na cena 3, surge a proposta que o Sacerdote entraria com as
aureolas nos braços, e cada integrante do coro pegaria a sua no primeiro refrão
da música. O Sacerdote também poderia jogar água benta no coro.
Depois do fim da música, David faz batidas no caixão.
Rodas dirige a marcação em que o coro deve ir para trás do
Sacerdote quando escutam os barulhos.
Retornam para início do espetáculo. Na caminhada do coro a parte
em que as mulheres cantam ficam sem as marcações de batuque que os homens
faziam com os pés no chão. Rodas busca mais suavidade na cena. A movimentação
das mulheres deve ser sempre em diagonal para o público.
Para a entrada do Sacerdote, Rodas indica que devem ser passinhos
miudinhos, para um caminhar diferenciado.
Ensaiam como pegar as aureolas. O Sacerdote fica no meio das duas
filas com os braços abertos. As duas fileiras se dividem em dois grupos. Os
três primeiros integrantes de cada fileira ficam ajoelhado enquanto os
outros se movimentam em fila para pegar as aureolas, depois eles pega.
A movimentação é paralela, o primeiro de cada fila deve
começar no mesmo momento. E todos devem terminar juntos, formando a cadeira.
Depois, nas estrofes seguintes, o Sacerdote senta na cadeira, e
depois fica em pé. No refrão final é erguido girado.
Seguem com passagens técnicas para aperfeiçoarem os movimentos.
São experimentadas diferentes maneiras para facilitar levantar e
girar o Sacerdote. Rodas sugere que quatro pessoas o segurem, uma em cada
braço, segurando pela axila, e uma em cada perna, segurando a baixo do joelho.
Em seguida Rodas orienta que o Sacerdote deve ter voz de cego,
expressão de cego. E sugere para Marcus Mota rever o texto de defesa do pão.
O ensaio segue com passagens das coreografias definidas até o
momentos, para que fiquem bem fixadas.
Encaminhamentos para o próximo ensaio:
- Ver o diálogo entre Sacerdote e David.
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